Polícia Civil deve voltar ao local onde Kenia morreu


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A Polícia Civil pretende voltar à cena do crime, onde Kenia Bruna Bazon, 22, grávida de dois meses, foi assassinada por seu vizinho Rogério Alves. O delegado Márcio Murari, que preside o inquérito, pretende tirar algumas dúvidas sobre como tudo aconteceu. Uma delas seria esclarecer como Kenia se feriu nas costas. Ainda nos próximos dias, o acusado do crime, Rogério Alves, terá que ir ao local para mostrar à polícia como matou a vizinha. A data da reconstituição ainda não foi marcada. As investigações sobre a morte da filha do radialista Laerte Bazon, Kenia Bruna Bazon, ainda não terminaram. Algumas testemunhas ainda faltam ser ouvidas. Como as que presenciaram brigas envolvendo Kenia, seu marido e o acusado. “Temos um prazo de 30 dias para relatar o inquérito à Justiça. Neste tempo, vamos ouvir todas as pessoas que ainda restam no caso. Estou também aguardando o laudo do legista, que me será entregue acredito na próxima semana”, disse Murari. O delegado teve acesso a um laudo preliminar que apontou que a vendedora foi estuprada antes de ser morta. Kenia Bazon foi encontrada sem vida dentro de sua casa na noite da última segunda-feira. Na quinta-feira a polícia conseguiu prender o assassino.

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