Eu acredito que a Marcela era anencéfala sim. Mas se for correto o que dizem especialistas, que o diagnostico foi incorreto, mais um motivo para não se permitir o aborto, pois matar-se-ía um indefeso por engano. E se ainda isso não bastasse, deve-se lembrar que o bebê está vivo na barriga da mãe. Abortá-lo é cometer assassinato, crime previsto no Código Penal. Permitir o aborto é abrir as portas para o crime. Parece radical dito assim, mas essa é uma decisão radical mesmo.
Taís Cristina
Franca - SP
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