Estou horrorizada e revoltada com a violência que bate à nossa porta. Lamento o ocorrido e envio meus sentimentos. Saibam que eu e minha família estamos em oração por todos. Que Deus lhes dê toda a força necessária, para a superarão deste triste momento.
Luciane Ferreira Tristão
Franca - SP
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Apesar de nossa sociedade ter abandonado os valores morais em detrimento do prazer individualista e egoísta, ainda nos resta um pouco de dignidade para nos constranger diante de notícia como essa. O mal que se abateu sobre a família do Bazon e vitimou sua filha transtorna nossa sociedade. Com certeza a morte se deu em virtude do criminoso saber da possibilidade de impunidade, ou seja, causou o mal e por fim tirou a vida da jovem e de seu filho para se furtar da pena justa. As autoridades têm de parar de falar que o crime está sob controle em Franca. A impunidade é o fomento do crime e ofensa à honestidade. A identificação deste criminoso e sua punição é essencial para que tais fatos não sejam vistos como rotina dessa cidade. Nada justifica o homicídio e a impunidade. Para a família do Laerte Bazon resta a dor que os homens omissos não poderão curar. Só Deus. A nós não resta nada a não ser externar nossas condolências à família.
Alexandre César Lima Diniz
Franca - SP
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Crimes como este demonstram a fragilidade das leis penais brasileiras. Enquanto a criminalidade se sentir à vontade para fazer o que bem entender, crimes como este serão rotina. E o que mais revolta é saber que os responsáveis por essa barbárie, quando forem levados a juízo não poderão nem ser algemados, pois assim entende o Supremo Tribunal de Justiça... Meus sentimentos à família do amigo e radialista Laerte Bazon.
Leandro César
Franca - SP
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Como diretor afastado temporariamente do Sindicato dos Radialistas do Estado de São Paulo e repórter da rádio Cultura de Assis, imagino o sofrimento desse pai, companheiro radialista. Nossos mais profundos sentimentos.
Reinaldo Nunes
Assis - SP
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Um misto de revolta, frustração e choro pelas vítimas da injustiça perpassam as mentes de nós todos. Quando se pensa que já se viu de tudo, novas barbaridades surgem à cada nascer ou pôr do sol. O que leva o Brasil a ser considerado um dos países onde mais grassa a violência? Quais os fatores? Certamente a falta de educação está no cerne; educação significando escola desde a pré-escola, com professores eficientes, boa alimentação práticas esportivas, convívio familiar, valores morais e cívicos. Outros fatores decorrem das drogas (onde a ação policial para coibir, onde a Justiça para punir), da ganância, da cobiça, da inveja. Enfim, que mundo estamos criando para nossos netos, nossos bisnetos? Um mundo caótico, violento, cruel? Dá arrepio. Tomei ciência da tristeza do caso pela coluna do Edward de Souza, publicada pelo Comércio nesta quinta (leia em http://www.comerciodafranca.com.br /materia.php?id=33769). Tomara que muitos leiam e ecoem.
Guido Fidelis
Jornalista - São Paulo - SP
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