A empresa que tem o nome mais forte nos bastidores para assinar contrato de patrocínio com o Franca Basquete é a Vivo. Representante da empresa de telefonia em Ribeirão Preto e Franca, o gerente regional Bruno Buzzulini, não quis assumir ontem a negociação com o Franca Basquete, mas declarou que é preciso "aguardar até a próxima semana para, quem sabe, poder falar em novidades. Vamos torcer. Seria ótimo, excelente (se houvesse o patrocínio)", disse ele ontem, por telefone ao Comércio.
A informação entre os diretores da agremiação é que haverá uma reunião entre as partes para decidir o patrocínio entre quarta e quinta-feira da próxima semana. O que ajuda a reforçar a congruência de interesses entre a Vivo e o Franca Basquete é o discurso de Buzzulini na entrevista de ontem. "Não temos, ainda, nenhuma informação oficial. Gostaríamos muito que tivéssemos essa parceria, seria muito bom", repetiu por mais de uma vez.
Outro eventual patrocinador procurado pelo clube é a Ambev (Companhia de Bebidas das Américas). O contato aconteceu por intermédio de Armando Antônio Rizatti, dono da Distribuidora Rizatti & Cia, que é amigo pessoal do presidente do Franca Basquete, Fransérgio Garcia.
Rizatti confirmou que recebeu uma proposta do clube e a encaminhou à companhia. "Agora estou aguardando uma resposta oficial. No passado, ficamos cinco anos (1997-2001) patrocinando o Franca Basquete com o Marathon (isotônico). Agora o Franca fez uma proposta de fazer uma parceria com a Guaraná Antarctica, até porque não se pode colocar bebida alcóolica na camiseta", explicou o empresário.
Ele não quis prever um prazo para a resposta da Ambev e alegou que os diretores da companhia estão em viagem pelos Estados Unidos, devido à fusão com a cervejaria americana Budweiser.
O presidente do clube, Fransérgio Garcia, resguardou-se em dizer que há a possibilidade de um terceiro patrocinador, sem citar nomes, é claro. Garcia quer duas vezes o que a Unimed repassava - R$ 75 mil mensais. A diretoria espera obter uma receita total de R$ 250 mil mensais, contra R$ 180 mil. Os contratos devem ter um ano.
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