Deinter pede relatório sobre investigação do crime


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A morte da vendedora Kenia Bruna Bazon se tornou o principal assunto da cidade. Por causa da repercussão, o caso está sendo tratado com atenção especial pelo Deinter 3 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior 3), sediada em Ribeirão Preto e responsável por todas as delegacias da região. Na tarde de ontem, o setor que investiga a morte da vendedora recebeu um ofício do Deinter pedindo informações diárias sobre o caso ao delegado responsável pelas investigações, Márcio Murari. “Nós estamos informando diariamente, passo a passo, o rumo que está sendo dado às investigações, tendo em vista que não só o Deinter como o nosso delegado seccional têm acompanhado o curso das investigações.” Hoje, a equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) está reduzida, trabalhando apenas com dois policiais investigando crimes contra a vida, além do delegado. As mudanças ocorreram na última troca de delegados e agentes, ocorrida em julho. Antes a equipe era composta por cinco policiais. Murari disse, no entanto, que setor de homicídios conta com a ajuda de outros funcionários da DIG, que também estão envolvidos no caso. “Nós estamos com dois investigadores diretamente, mas outros investigadores também estão incumbidos de buscar informações. De forma indireta, temos outros profissionais empenhados no caso”. MANIFESTO A Associação de Imprensa de Franca realiza hoje uma reunião onde pretende elaborar um documento a ser encaminhado às autoridades policiais solicitando maior empenho nas investigações da morte da filha do radialista Laerte Bazon. Para a associação, o trabalho da polícia tem sido falho. O delegado responsável pelo caso rebate. “Estamos muito empenhados para descobrir quem fez isso. Todos queremos resolver este caso o mais rápido possível”, disse Murari

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