O velório da vendedora Kenia Bruna Bazon foi marcado pela presença de autoridades, comerciantes, amigos e familiares. O pai da vítima, o radialista e repórter policial Laerte Bazon, permaneceu todo tempo ao lado do caixão da filha. Ele ainda estava em estado de choque. Durante a manhã, o prefeito Sidnei Rocha, que também é patrão do radialista, esteve no local para confortar e se solidarizar.
Companheiros de todos os veículos de comunicação da cidade estiveram no velório. Sentimentos de dor, revolta e emoção se misturavam entre os presentes. Fátima Bazon, tia da vítima, se limitou a pedir Justiça. “Não pode haver impunidade”.
Não só familiares ficaram revoltados com a morte brutal da vendedora. Amigos de profissão de Bazon ficaram indignados. “É muita brutalidade. Ninguém merece isso. Contamos com trabalho da polícia na elucidação o mais rápido possível deste bárbaro crime”, disse Marcos de Paula, repórter policial da Difusora.
Laerte Bazon parecia ainda não acreditar no que aconteceu. A todo momento, olhando para o rosto da filha, fazia gestos com a cabeça se mostrando inconformado, enquanto recebia abraços das pessoas presentes e as palavras de conforto.
O corpo de Kenia Bazon foi sepultado no final da tarde de ontem no Cemitério Santo Agostinho. Centenas de pessoas deram as mãos ao redor do sepultura para dar o último adeus à jovem. Laerte Bazon não conseguiu acompanhar o funeral.
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