Câmara discute hoje o barulho de Igrejas


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A sessão da Câmara de hoje deve pôr fim à polêmica em torno dos limites sonoros dos templos religiosos de Franca, engavetando o projeto do vereador José Barbosa, o Zezinho Cabeleireiro (PTB), que pretendia elevar esses limites, de 45 para 80 decibéis. A proposta tornou-se praticamente inviável depois que o presidente da Comissão de Legislação, Justiça e Redação, Jepy Pereira (PSDB), mudou seu parecer sobre o assunto, classificando-o como inconstitucional. Sem esperar pela decisão dos vereadores, os fiéis da Igreja Assembléia de Deus - Ministério da Recompensa, pivô de uma polêmica com moradores da Rua Caputo Gomes, no Jardim América, deixaram o bairro na última sexta-feira e se mudaram para a Rua Minas Gerais. Há exatos 20 dias, os evangélicos se comprometeram a buscar outro local para realizar seus cultos, já que o galpão onde funcionava a Igreja não tinha alvará de funcionamento. Desde então, os religiosos realizavam as celebrações sob uma série de condições, entre elas a de se reunir apenas três vezes por semana e sem instrumentos musicais ou aparelhos eletrônicos que pudessem perturbar o sossego alheio.

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