Especialização em Franca se restringe à área calçadista


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Em julho último, matéria do Comércio da Franca “Há vagas, faltam bons candidatos” descobriu mais de 80 postos de trabalho abertos, em diferentes setores, mas sem candidatos para preenchê-los. A maior reclamação de quem precisa contratar é que há interessados nas vagas, mas são poucos os que detêm o perfil desejado pelas empresas. Na época, para quem estava desempregado e não conseguia colocação no mercado de trabalho, Franca oferecia 4 mil vagas em cursos de qualificação. As oportunidades eram no Centro Paula Souza, no Senai, Senac e por meio do Programa de Qualificação Profissional do Governo do Estado. Os cursos atendiam às mais variadas áreas de atuação, mas a predominância era para atender à demanda de vagas dos setores de serviço e industrial, com destaque para as indústrias calçadistas e de confecção.

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