Pacientes aguardam até 5 anos por transplante


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O drama do comerciante José Marcos de Oliveira, 39, começou em 2006. A data em que percebeu que seus rins não funcionavam mais (6 de janeiro) ficou marcada como a de uma largada para uma caminhada sem previsões de término. Logo, vieram as hemodiálises, três vezes por semana durante quatro horas, as angústias, a mudança de rotina, o afastamento do trabalho e muitas orações, até que apareceu uma boa notícia. A irmã de Oliveira se mostrou compatível e doará um rim para o transplante a ser marcado dentro de 15 dias. Foram dois anos e seis meses de espera até Oliveira conseguir encontrar um doador compatível em família. Sorte essa que outras 76 pessoas de Franca e região ainda não tiveram e, por isso, aguardam ansiosamente na fila por um transplante de órgão. Em alguns casos, a espera chega a cinco anos.

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