Pais reclamam de baderneiros na porta de escola no Redentor


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BAGUNÇA NA SAÍDA - Escola do Jardim Redentor raramente é visitada por policiais
BAGUNÇA NA SAÍDA - Escola do Jardim Redentor raramente é visitada por policiais
O grande número de pessoas que se aglomeram nas proximidades da Escola Estadual “Laura de Mello”, no Jardim Redentor, durante os horários de entrada e saída dos alunos, vem deixando preocupados os familiares dos estudantes que freqüentam as aulas diariamente no local. Uma mãe que não quis se identificar relatou que não são raras as brigas no portão da escola e que, raramente, vê as viaturas da Ronda Escolar passando pelo local. “Sempre tem alguém lá perto, mesmo quando os alunos estão assistindo aula. Recentemente, meu filho presenciou uma briga e a polícia não apareceu. Ontem, uns rapazes estavam jogando bombinhas dentro do pátio e nada foi feito”, disse. O capitão Marcelo Trevisam, que comanda a 5ª Companhia da Polícia Militar e que responde pelo policiamento da área, afirmou que o Copom (Centro de Operações da PM) não recebeu nenhuma ligação de pais ou da diretora da escola reclamando da presença de pessoas estranhas. “Tenho todas as estatísticas e não consta nenhuma reclamação. A visita dos policiais da Ronda Escolar a cada unidade de ensino também é controlada. Mas de qualquer maneira, peço ao cidadão que notar qualquer tipo de movimentação nas proximidades dos colégios que ligue imediatamente para o 190”, disse. O policial apontou outro problema que interfere na qualidade do patrulhamento feito pelos policiais da ronda escolar. “Temos apenas quatro viaturas para cuidar de 40 escolas. Neste caso, o colégio do Jardim Redentor não está entre os mais problemáticos da cidade, mas estaremos monitorando a situação”, disse Trevisam. Valdinha Francisca Caetano, que ocupa provisoriamente a vice-diretoria da escola, admitiu que ocorrem muitos problemas nas imediações da escola, mas afirmou que não pode zelar pelas atitudes dos alunos fora da unidade de ensino. “A diretoria não tem responsabilidade sobre o que acontece do portão para fora, mas, durante as reuniões, orientamos os pais a fazer um acompanhamento de seus filhos, saber quem são seus colegas. Quando notamos que pode acontecer uma briga na hora da saída, chamamos a polícia para evitar problemas”, afirmou.

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