Familiares se revoltam com a situação


| Tempo de leitura: 1 min
Sentimentos de revolta e dor tomaram conta da família da dona de casa Eliane Beatriz Maia, atropelada na calçada da Avenida Abrahão Brickmann, no último Dia dos Pais. Eliane deixa órfãs as filhas Monique Maia, 21, e uma menina de 6 anos. Casada pela segunda vez, a dona de casa morava a poucos metros de onde foi atropelada com o marido e as filhas. Monique acompanhou o drama da mãe no hospital e disse estar revoltada com a situação. Comércio da Franca - Como você recebeu a notícia do acidente naquele domingo? Monique Maia - Estava em casa e logo veio a informação do acidente. Nunca imaginei que ela seria vítima de atropelamento na calçada. Comércio - A família acreditava na recuperação de sua mãe? Monique - Os médicos tentavam, mas nunca davam notícias boas. Como ela foi agüentando, não esperava que ela fosse morrer. Comércio - Quando ela morreu você estava no hospital? Monique - Eu estava em casa rezando e colocando minha mãe nas mãos de Deus. O telefone tocou já era de madrugada. Vi que era do hospital. Não tive coragem de atender. Foi meu padrasto que recebeu a notícia. Comércio - O que você sabe da mulher que provocou o acidente? Monique - Nossa. Por conta de uma pessoa egoísta, inconseqüente, minha mãe morreu. Eu não me conformo. Ela destruiu uma família inteira. Minha irmãzinha está em choque. Comércio - O que você espera da polícia? Monique - Eu sei que nada vai trazer minha mãe de volta. Espero Justiça.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários