Conscientização


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Se todos soubessem o que a rubéola pode fazer com uma criança a ser gerada tomariam a vacina e divulgariam a campanha. Mauro Franca - SP ***** Minha filha Camila de dez anos, estuda na escola “Sueli Contini Marques” do Jardim Tropical. Quero reclamar aqui, sobre problemas pequenos, que colocam em risco a qualidade da educação, mas que ninguém se anima em falar. Veja se pode: a porta da classe de minha filha emperra e às vezes, não abre. Isso se dá desde o começo do ano letivo e ainda se repetia ao reinício das aulas, depois das férias de julho. Pode até ser que quando esta minha carta for publicada, o problema já tenha sido resolvido mas quero, ainda assim, analisar o problema. Foram várias as vezes em que as crianças ficaram de fora da sala de aula, por causa do mesma fechadura estragada. Dia destes, em minha frente, pela milionésima vez, a porta emperrou. Mesmo e apesar dos esforços da professora - testemunhados por mim – a porta não abriu. A fechadura rompeu-se de vez. Sem local para a aula, os alunos foram levados para a classe de outra professora, mesmo e apesar das duas salas de aulas novas, ainda sem uso. E o aviso correu: se não houvesse espaço, os meninos teriam aula no refeitório! Ao perguntar sobre as novas salas, a resposta surpreendeu: as chaves estavam... na Prefeitura! Fiquei pensando com meus botões... Será que estão esperando o quê? As eleições ? Ou esperam por alguma reclamação, assim como faço agora? Acho que merecemos uma explicação da Prefeitura. Afinal, a escola é um patrimônio nosso como cidadãos, de nossos filhos estudantes. Se tivessem chamado os pais a participarem, tenho certeza que a fechadura teria sido consertada, apesar de nossos bolsos estarem mais vazios que os da Prefeitura. Na minha cabeça, a questão é muito simples: um pouco de boa vontade, um pouco menos de interesse próprio resolveria. Cláudia Roberta Smith Franca - SP

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