Queria dizer a Dona Cacilda (mãe do bebê sem cérebro de Patrocínio Paulista, Marcela de Jesus, que morreu em primeiro de agosto) que assim como a senhora, eu também tive uma filha anencéfala. Assumi a mesma posição e não abortei. Levei a gravidez até o final, mas minha filha não sobreviveu nem 10 minutos depois de nascer. Se tivesse sobrevivido teria tido a mesma postura e deixaria a vida dela nas mãos de Deus pois só Ele sabe qual a hora certa. Fique com a certeza de que sua missão foi brilhantemente cumprida e, também de que sua consciência jamais poderá acusá-la de nada. A senhora agiu com coração de mãe e é assim que todas nós mulheres deveríamos agir, pois dificilmente coração de mãe se engana. Fique com Deus e tenha certeza de que se Deus precisar de alguma mulher em quem Ele possa confiar aqui na terra, essa mulher é a senhora. Abraços sinceros de quem a admira muito mesmo sem conhecê-la. Apesar de não morar mais em sua cidade - também sou de Patrocínio Paulista – quero, um dia, ter o prazer de encontrar a senhora.
Ana Maria Matos de Andrade
Franca - SP
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Desde o nascimento da Marcela, minha família e eu rezamos pela saúde desse pequeno anjinho que Deus nos mandou para provar que nem sempre a Medicina sabe tudo. É a vontade de Deus que deve prevalecer sempre. Apesar da morte da criança, esperamos que Deus continue colocando a mão sobre sua família, escolhida por ele para passar por essa provação. Tenha certeza de que não foi um castigo e sim, a manifestação Dele em suas vidas.
Pamella Alexandre
Franca - SP
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Nunca será tarde para dizer sobre a coragem da mãe Cacilda. Na época em que Marcela nasceu, eu me perguntava se tanto esforço não seria inútil. Hoje, penso o contrário. Cada minuto valeu a pena com sua filhinha querida. Que doces lembranças em fotos e momentos só de vocês duas, permanecerão para sempre. Admiro sua coragem e fé. Seu anjinho, com certeza, está perto de Deus.
Paula Simone Ribeiro
Franca - SP
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Brava mãe, que lutou como serva de Deus! Apesar de não conhecê-la, deixo meu sincero agradecimento à senhora, que mostrou o caminho para tantas que abortam sem ao menos darem às crianças, o direito à vida.
José Alexandre
Jequié - BA
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Esse caso realmente desafiou a medicina. Acompanhei tudo, sempre de forma emocionada. Hoje sou mãe e sei do amor intenso que temos aos nossos filhos, criaturinhas totalmente dependentes de amor, carinho e paz que só as mães podem dar. Todos os dias passamos por provas e desafios que temos que enfrentar. Só as mães sabem que vão encontrar a força necessária para superar tudo. A fé em Deus pode tudo!
Taísa
Franca - SP
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