Os 35 ambulantes cadastrados pela Prefeitura que trabalham perto da Unifran estão com os dias contados no local. Para tentar resolver o problema de espaço e acabar com a irregularidade, a Prefeitura solicitou a saída deles e disponibilizou um terreno no mesmo bairro para que possam trabalhar. Mas a maior parte deles não está satisfeita com a determinação.
Os ambulantes afirmam que o local escolhido é longe da região de entrada dos alunos, o que dificultará as vendas. “O espaço fica no quarteirão de baixo, longe da movimentação”, reclama a vendedora de lingeries Neuza Maria Rezende Soares, 48.
Em seu carro estacionado na porta da universidade, a ambulante expõe lingeries e diz que, com a mudança, pode não conseguir vender. “Ganho em média R$ 300 por mês, dependo desse dinheiro, se lá não tiver movimento, como vou fazer ?”.
Segundo Ismael Antônio Xavier Filho, do Setor de Fiscalização, ainda não há uma data para a mudança. Até lá, todos os ambulantes correm o risco de terem suas mercadorias apreendidas.
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