Greve da Polícia Civil dura apenas 7 horas


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MELHORES SALÁRIOS - Na manhã de ontem, faixa do movimento grevista nas portas do 1º Distrito Policial e da DIG anunciava paralisação
MELHORES SALÁRIOS - Na manhã de ontem, faixa do movimento grevista nas portas do 1º Distrito Policial e da DIG anunciava paralisação
A greve da Polícia Civil do Estado de São Paulo durou apenas sete horas. Ontem, ela foi suspensa por uma semana. Uma reunião conciliadora, no Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região, com a participação dos presidentes dos sindicatos representativos da polícia e do governo estadual mudou o rumo do movimento grevista até a próxima quarta-feira. Neste dia, uma comissão de representantes dos policiais e governo novamente discutirá propostas. Para o sindicato da categoria, houve um grande avanço, apesar da greve ter durado poucas horas. Eumauri Lucio da Mata, diretor do Sinpol da região de Ribeirão Preto, atribui a decisão do TRT a uma situação inédita no Estado de São Paulo. “O Estado vai ser obrigado a apresentar, até quarta-feira, uma posição efetiva sobre reposição salarial. Isso é um caso inédito”, disse o diretor. Em Franca, o movimento ganhou força a partir das 8 horas. Policiais civis de todas as delegacias assumiram seus postos decididos a cumprir o determinado pelo sindicato. Ocorrências de furto, roubos e investigações não foram registrados nos distritos. Na Ciretran, exames de CNH (Carteira Nacional da Habilitação) e vistorias em veículos também deixaram de ser realizados. Somente no fim da tarde, após comunicado do comando de greve é que a situação voltou a se normalizar.

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