Representantes da Prefeitura, Clube Castelinho e Promotoria do Meio Ambiente participaram de audiência, no dia 12, para decidir o andamento das obras na represa do Castelinho. Os serviços vão consumir mais de R$ 750 mil. Resta agora saber quem assumirá os custos.
O secretário de Meio Ambiente, Ismar Tavares, disse que o projeto está sendo estudado e o prazo para encontrar uma alternativa para o pagamento é de 30 dias. A Prefeitura pagou R$ 500 mil pela primeira etapa, que consistiu na retirada de resíduos da represa (desassoreamento). O presidente do Castelinho, José Antônio Filho, alega que o clube não tem recursos. “O poder público poderia assumir, pois é um bem para a cidade toda. As obras evitarão enchentes”.
O promotor do Meio Ambiente, Fernando Martins, disse que a Prefeitura ou o governo estadual poderão arcar com os gastos.
A segunda etapa concluirá os meios de escoamento da água da represa.
Serão construídos extravasores e um dissipador (amortecedor) de água. Com os serviços, a represa funcionará como um “piscinão” e as águas da chuva chegarão com menos velocidade ao Córrego dos Bagres, na região do Posto Galo Branco. A expectativa era concluir as obras antes da temporada de chuvas, mas não há previsão de quando serão feitas. O projeto deverá ser adiado para 2009.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.