Realmente, o Jesus dessa pastora é diferente do Jesus de Nazaré, que todos nós conhecemos, porque os seus sermões eram realizados bem longe da civilização, ele subia um monte para pregar e não incomodar ninguém (leia a matéria que deu origem ao comentário em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php? id=32578). Em qualquer lugar que estivesse, no templo, na montanha, na praia ou em casa de amigos, ali era a sua igreja, porque o povo o seguia. Uma congregação religiosa tem, antes de qualquer coisa, de cumprir a lei; dar bons exemplos, ser irrepreensível. É fácil botar a culpa no demônio. Já pensou se a moda pega?
Rosa Santa Batista
Conselheira do Comércio -Franca - SP
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