Distantes cerca de 60 quilômetros de Franca e com população média de 35 mil habitantes, São Joaquim da Barra, Morro Agudo e Orlândia estão entre as 150 melhores cidades para se viver no País. O levantamento é da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) e tem como base dados de 2005 do Ministério do Trabalho, Educação e Saúde. No estudo, Franca aparece em 202º lugar no ranking geral. O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) avaliou os 5.564 municípios brasileiros.
O indicador para a classificação das cidades varia de zero a um. Quanto mais próximo de um, maior o patamar de desenvolvimento municipal apontado por meio das três variáveis (emprego, educação e saúde). O índice das três cidades da região ficou entre 0,8237 e 0,8482. A melhor cidade do País em qualidade de vida, no caso Indaiatuba, obteve índice de 0,9368.
Em cada uma das três variáveis analisadas, foram consultados outros microdados que ajudaram na composição do resultado. O objetivo do estudo é mostrar a evolução dos municípios ano a ano. O último IFDM foi divulgado em 2000.
No setor de empregos, o levantamento levou em consideração a renda média dos trabalhadores, a taxa de desocupados e o total de empregos com carteira assinada. A educação avaliou o número de professores com curso superior, a taxa de atendimento no ensino infantil, a evasão escolar e a distorção de idade por série. Já a saúde analisou o percentual de consultas pré-natal, a taxa de óbitos de causas mal-definidas e o número de óbitos de menores de 5 anos por causas evitáveis a cada mil nascidos vivos.
São Joaquim da Barra foi, da região, a melhor colocada na lista ao conquistar a 77ª posição. Sua localização geográfica, às margens da Rodovia Anhangüera (entre Ribeirão Preto - Uberaba e Barretos - Franca), e seu crescimento industrial (com a expansão de uma metalúrgica) foram apontados por fonte ligada à Prefeitura como fatores que contribuíram para a boa colocação.
Em Morro Agudo, o crescimento no número de empregos com carteira assinada, que saltaram 4,32% num intervalo de um ano (de 6.895 para 7.193), e a renda mensal média de R$ 961 favoreceram na classificação do município, conhecido por ser um dos maiores produtores de cana do Estado de São Paulo. Ribeirão Preto ficou em 30º lugar.
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