Quinze bairros ainda sem água


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Acho que a pior parte nesta história é a discriminação entre os bairros da periferia, os centrais e os de classe média alta, a exemplo do Jardim Lima, Veneza, São José e outros. Nestes últimos, as pessoas não sofrem tanto porque têm condições de suprir de várias maneiras a falta de água. Porque não foi feito o rodízio que agora falam para que todos, indistintamente, não sofressem tanto? Será que não caberiam ações de indenizações discriminatórias? Isabel Franca - SP ***** Alguém precisa explicar ao Rui, gerente da Sabesp, o espírito da Lei Seca, pois ele radicalizou. Aliás, com um aliado como ele, o Sidnei (Rocha, prefeito) não precisa de inimigo. A Prefeitura mal recapeia uma rua e a Sabesp vem atrás esburacando. O Sidnei concede um presentão à Sabesp – a prorrogação da concessão – e a empresa seca a torneira de todos os 300 mil habitantes de Franca por uma semana inteira, com previsão de acontecer de novo. Não há justificativa para tamanho constrangimento que a Sabesp causou aos munícipes. Reitero que a Prefeitura tem responsabilidade para corrigir tal problema e evitar que aconteça novamente. Por outro lado o Ministério Público tem que investigar tudo. Alexandre César Lima Diniz Franca - SP ***** Mesmo se tivéssemos dois rios servindo Franca ainda correríamos risco de desabastecimento. Se houvesse um político de visão, ele faria um projeto imediato considerando urgentíssimo que todas as escolas deveriam ter um poço artesiano, visando oferecer socorro aos bairros adjacentes. Também, os hospitais, UBSs, condomínios e novos loteamentos também tivessem. A população sofreria menos... Zorma Gonçalves Franca - SP ***** Após o caos o mínimo que se espera é consciência para deixar de gastar água inutilmente. Será que quem lava carros e deixa a mangueira aberta enquanto conversa com o vizinho pensa no amanhã? No decorrer da semana do problema ouvi pessoas comentando que tiveram que tomar um banho mais rápido, varrer a calçada, utilizar a água do tanquinho para jogar no banheiro, dar apenas uma limpada no carro, verificar se a torneira estava pingando, etc. Então, quando a coisa aperta, sabem o que fazer. Por que não agir assim sempre? Se as pessoas soubessem quanto custa deixar uma torneira pingando a noite inteira, olhariam tudo antes de ir dormir, porque doeria no bolso. É preciso que haja um choque. Hoje, ainda podemos cobrar o prefeito e os diretores da Sabesp. Amanhã, a quem recorreremos? Ana Célia de Freitas Conselheira do Comércio -Franca - SP

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