Apare tem capacidade para atender 15 presos


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A Apare existe há 30 anos. Nos últimos cinco está sob nova direção e dinamizou seu trabalho de ressocialização dos presos. Com capacidade instalada para atender até 15 detentos, a associação conta hoje com apenas nove. Todos beneficiados com o regime semi-aberto. Nilton Ramos, coordenador da Apare, afirmou que a diretoria não define ou seleciona os presos que serão atendidos. A determinação é da Justiça. “Eles (presos) devem cumprir uma série de regras que são avaliadas por uma assistente social do Fórum”, disse Nilton. O preso da Apare não pode, por exemplo, ser usuário de drogas. “Nosso trabalho é de ressocialização e não recuperação”, explica Nilton. Ainda de acordo com o coordenador, muitos presos desconhecem a existência da Apare e, quando ganham o benefício do semi-aberto, são encaminhados para colônias penais. Já aqueles que têm bom comportamento, geralmente, são indicados pela Pastoral Carcerária e advogados a ocuparem uma vaga na associação. Ainda assim, a situação é avaliada pelo delegado da cadeia, pela assistente social e, por fim, pelo juiz.

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