Outro preso por erro pede reparação de R$ 415 mil


| Tempo de leitura: 1 min
O caso da sapateira Isabel Cristina Soares da Silva, que move ação indenizatória contra o Estado por ter sido presa por engano, não é o único que aconteceu na região. O borracheiro Paulo Sérgio Batista, 46, pede indenização de R$ 415 mil. Ele ficou 25 horas preso por engano em uma das celas do Jardim Guanabara. A ação de Batista ainda está em fase de citação de processo. O borracheiro viveu no início do ano a mesma situação da sapateira, a de ficar preso inocentemente. Paulo Sérgio Batista foi confundido com um homônimo. Ele passou 25 horas trancado acusado de roubos e estupro numa cela comum da cadeia do Guanabara. Pelo erro, ele processa Estado por danos morais e materiais. É verdade que havia coincidências com o verdadeiro bandido, como também é verdade que havia muitas diferenças. Os pais do borracheiro e do bandido também são homônimos. O primeiro nome das mães deles é Aparecida, mas as coincidências param por aí. Vinte e seis anos mais velho do que o criminoso, Paulo Sérgio ficou em uma cela do plantão até as 17 horas. Depois, foi levado para a cadeia, onde permaneceu até o dia seguinte com outros 15 detentos. Depois de 25 horas na cadeia, Batista conseguiu que a polícia reconhecesse o erro e ele foi solto. Desde fevereiro, ele move a ação indenizatória contra o Estado. “Meu cliente não tem culpa de nada e foi preso injustamente. A polícia poderia ter averiguado melhor os documentos. Quem errou vai ter que pagar. Meu cliente é evangélico, na época havia gravado um CD e teve prejuízos com a situação. Nosso pedido é de R$ 415 mil”, disse a advogada Angélica de Abreu Cruz.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários