Fiéis escolheram nome da comunidade


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A escolha do nome de Frei Galvão possui peculiaridades que sempre são lembradas pela comunidade. Ela foi feita pelos próprios fiéis, que se identificaram com a história do religioso franciscano que, no século 19, deixou o conforto da família rica para se dedicar à religião. Segundo o coordenador da comunidade de Frei Galvão, Otamir Aparecido da Silva, o nome do beato era apenas uma das opções de padroeiros oferecidas pela Diocese de Franca. “Quando soubemos quais eram as características de Frei Galvão, imediatamente nós nos identificamos com ele, que ainda era beato na época”, contou Otamir. Além disso, a construção da capela foi uma das mais importantes orientações de frei Mauro Luiz de Oliveira, que comandou a Paróquia de São Judas durante 13 anos e deixou a comunidade em 6 de janeiro último. Seu trabalho também está ligado diretamente ao santo brasileiro, já que foi ele quem submeteu o nome de Frei Galvão como alternativa para “batizar” a nova capela. Depois de mais de uma década à frente da Paróquia de São Judas, uma das maiores de Franca, o religioso se transferiu para Ribeirão Preto, onde permanece atuando na Igreja Santo Antônio Maria Claret, na Vila Recreio Cidade, que coincidentemente também tem o nome de Frei Galvão.

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