O PCC (Primeiro Comando da Capital) agiu rápido para pôr fim à concorrência no tráfico de drogas em Franca e mandou liquidar Marco Antônio Macedo, ex-presidiário de Campinas, em liberdade desde fevereiro.
Sabendo da chegada de “Batóia” a Franca e das suas movimentações para levar adiante o plano de criar um ponto de tráfico rival ao primeiro comando, o PCC determinou sua morte.
Assim, três dias antes de ser morto, Macedo foi retirado de uma casa que ocupava no Jardim Alvorada e levado para um cativeiro na região do Jardim Líbano. Aproveitando-se de um descuido da pessoa encarregada de vigiá-lo, conseguiu fugir, voltando ao Alvorada, mas para outro endereço.
Na casa escolhida, estava sua namorada, conhecida por Tatiane. Foi ela quem ligou para a turma de Carlinhos Gordo entregando o namorado aos homens que o matariam.
Na madrugada do dia 4 de julho, um grupo com oito integrantes, e, segundo a Polícia Civil, empregando farto armamento, entrou na residência e arrancou “Batóia” à força. Tiros teriam sido disparados dentro da casa, embora os policiais não saibam dizer se o ex-presidiário foi ou não atingido ali dentro.
Levado para a estrada do Paiolzinho, entre Franca e Claraval (MG), Macedo foi executado com oito tiros, de acordo com a perícia.
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