Policiais civis de Franca podem parar no dia 13


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Policial Civil mostra adesivo pró-greve em reunião sindical realizada ontem à noite
Policial Civil mostra adesivo pró-greve em reunião sindical realizada ontem à noite
Investigadores, escrivães, carcereiros e delegados se reuniram durante a noite de ontem para discutir a greve da categoria, programada para acontecer no dia 13 de agosto. O presidente do Sindicato dos Investigadores do Estado de São Paulo, João Batista Rebouças Silva Neto, esteve presente e posicionou os policiais civis de Franca a respeito do movimento de paralisação. A reunião aconteceu no salão nobre da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Dezenas de agentes compareceram com o objetivo de integrar o movimento grevista. João Batista disse que todas as possibilidades de negociação foram apresentadas para o governo estadual, mas que nenhuma foi atendida. Segundo ele, o único caminho é a greve. “A Polícia Civil de São Paulo não pode ser tratada como polícia de quinta categoria. Tentamos de todas as maneiras, desde abril, um diálogo com o governador, mas não fomos atendidos. Por isso, a única forma é a greve”, disse. Segundo o dirigente sindical, a categoria pede, além de uma reestruturação da carreira, a reposição salarial dos últimos cinco anos e a incorporações das gratificações.

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