A crise da água em Franca começou no domingo retrasado, dia 20. A Sabesp realizava manutenção na adutora do Rio Canoas, no Sítio São Paulo, quando os funcionários descobriram que a tubulação estava amassada e com fissuras. O trabalho, inicialmente programado para um dia, teve de ser prorrogado.
Na quarta-feira, a situação se complicou com uma nova ruptura na tubulação da adutora. A previsão da Sabesp para o conserto era de mais três dias.
O caos, então, já estabelecido na cidade, pois a estação do Rio Canoas é responsável pelo abastecimento de 85% da cidade, perto de 90 mil hidrômetros. O prefeito Sidnei Rocha decretou estado de emergência.
Na quinta e sexta-feiras, o presidente da Sabesp, Gesner Oliveira, veio à cidade, classificou a situação como inaceitável e prometeu solução imediata para o problema, mas a crise continou até a noite de domingo, quando a maioria das casas voltou a ser abastecida.
Segundo diretoria da Sabesp, a situação, agora, está sob controle, mas a própria empresa já acena com uma média de 5 mil casas (perto de 20 mil pessoas), sem água por dia.
A programação de quais serão os bairros deverá ser divulgada hoje pela companhia.
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