‘Pantera Loira’ era o terror dos touros


| Tempo de leitura: 1 min
Diomira de Oliveira, ou “Diomira Pantera Loira” (PSDB), nasceu em uma propriedade rural de Cristais Paulista. Aos 15 anos, apaixonou-se por um artista circense e fugiu com ele para a vida dos picadeiros. Mas os picadeiros eram diferentes no Circo de Touro, onde trabalhou mais de 40 anos com o marido, José de Alvarenga, conhecido por “Canário”. Aprendeu o ofício e começou a domar os touros “na unha”, com firmeza e precisão, como uma pantera. Os cabelos tingidos deram o toque para que o felino negro ficasse loiro. “O povo adorava. Logo me deram este apelido. Eu e meu marido fazíamos um arraso naqueles touros”, conta Diomira, que fazia, ainda, malabarismo no lombo do bicho. “Meu marido equilibrava nas costas do boi e eu subia nos ombros dele. Era o trapézio de touros”, disse. Para ela, o apelido poderá ajudar nas urnas por ser “carismático” e “único”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários