‘Batata’, entre o amor e o ódio ao apelido


| Tempo de leitura: 1 min
Denizar Hermógenes da Paixão, que disputa as eleições pelo bloco PPS/PC do B, é como mais de 90% dos brasileiros. Gosta de jogar futebol e disso não abre mão. Conta o candidato que, entre seus 9 e 10 anos, a molecada batia bola quando um dos moleques apontou para ele, do nada, e o chamou de “Batata”. A molecada gostou. Assim, o apelido pegou e até os diálogos na partida eram “toca pro Batata”; “não deixa o Batata passar”; “Batata, marca o atacante”. Denizar jura que até hoje não entende a razão do apelido. “Eu não parecia com uma Batata, não era redondo nem amarelo. O menino simplesmente olhou e me chamou de batata”, disse. Batata trabalha em um banco e mesmo nos momentos sérios que a profissão exige, ele deixa escapar. “Nos telefonemas que eu atendo, eu já digo direto Batata, já que se eu insistir com o Denizar, ninguém vai saber que sou eu mesmo”, disse, divertido.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários