Região terá delegação menor na Olimpíada


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A região nordeste do Estado de São Paulo será representada por dez atletas - cinco homens e cinco mulheres - nos Jogos Olímpicos de Pequim, que começam no dia 8 de agosto, uma ligeira queda de representatividade em relação aos Jogos de Atenas, em 2004, quando havia 12 oriundos da região. Na ocasião, nenhum deles conquistou medalha. Apesar do número menor, boa parte da delegação viaja a Pequim com boas perspectivas de pódio. A única representante de Franca vem, claro, do basquete. Adrianinha, bronze em Sydney e quarta em Atenas, tem a missão de levantar o moral do país no esporte, em descrédito após os sucessivos fracassos do time masculino. Três postulantes ao ouro vêm do futebol: os Diegos de Ribeirão Preto tentam trazer a inédita medalha de ouro para o Brasil. Diego Alves, goleiro, que apesar de carioca, tem na família as raízes ribeirão-pretanas (ele atuou por quatro anos no Botafogo). O meio-campista Diego, ex-Comercial, que defende também a seleção principal, é um dos destaques do time de Dunga. No futebol feminino, as chances de uma medalha dourada chegar à região são ainda maiores - é da Ferroviária, de Araraquara, a zagueira Andréia Rosa, 24. Na Olimpíada de Atenas, a seleção feminina ficou com a prata - neste ano, entra em campo como uma das favoritas à medalha de ouro. Daiane, de Franca, foi cortada na semana passada. Na ginástica artística, a pequena Laís Souza, de 1,52 m, buscará sorte melhor em sua segunda participação em Jogos Olímpicos. Outra grande esperança de medalha é o nadador Nicholas Santos, também de Ribeirão, estreante em Jogos Olímpicos. De São Carlos, serão duas, ambas com experiência em Olimpíadas. Maurren Maggi, 25ª colocada em Sydney. Oito anos mais experiente, Maurren vive sua melhor fase: conquistou a prata no Mundial Indoor, na Espanha, no ano passado, e o ouro no Troféu Brasil, no mês passado. Já a triatleta Mariana Ohata também luta pelo pódio.

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