População reclama em todos os órgãos


| Tempo de leitura: 1 min
Na falta de água na cidade, não são apenas os telefones da Sabesp que não param de tocar. Desesperada, a população recorre a todo tipo de órgão público, e até alguns privados, na tentativa de resolver o problema. Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Prefeitura são alguns deles. As telefonistas do Grupo Corrêa Neves de Comunicação - Rádio Difusora e jornal Comércio da Franca - também têm atendido inúmeras pessoas. Desde segunda-feira, reclamações e denúncias com relação à falta de água têm chegado à sede do grupo. Ontem, embora o abastecimento tenha se normalizado em alguns bairros, os telefonemas não pararam. “Às vezes, as pessoas ligam apenas para desabafar. Na verdade, a população vê no rádio e jornal uma forma de expor seus problemas e tentar uma solução”, disse Cíntia Flávia, coordenadora de Jornalismo da Rádio Difusora. Situação parecida vive as atendentes da Prefeitura. “As pessoas ligam em busca de solução para o problema”, disse uma atendente. O Corpo de Bombeiros tem recebido, além das 400 ligações diárias, outras 300 só de reclamações. “A população associa os bombeiros à água, mas o que fazemos é o trabalho básico de apagar fogo. Essa água é para uma emergência, não para consumo humano”, disse o soldado César. Na Polícia Militar não é diferente. De cada dez ligações que chegam ao 190, oito são de pessoas reclamando da seca. “Estamos de mãos atadas”, disse o soldado Melo.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários