Veterana busca fechar parceria e `revolucionar` futebol da garotada


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Apostar no futuro para cumprir uma meta ambiciosa: revolucionar o futebol profissional em Franca nos próximos cinco anos. Estas idéias estão na cabeça da diretoria da Francana, do empresário, dono da WA Solados, Airton Martore (o Nenê), e da diretoria do Internacional, da Vila Santos Dumont. O grupo está prestes a formalizar um contrato de parceria para tentar fortalecer o clube esmeraldino. A finalização da parte legal do trabalho conjunto está cotada para acontecer no próximo mês. A assinatura do contrato não aconteceu ainda, mas o trabalho de cooperação vem sendo realizado desde maio. Foi uma forma de testar a parceira. Os times das categorias sub-11, sub-13, sub-15 e sub-17 estão montados e disputando o Campeonato Paulista, organizado pela FPF (Federação Paulista de Futebol). Até agora o teste vai bem porque no sub-17 o time está em 2º, no sub-15 em 6º, no sub-13 em 4º e no sub-11 em 3º. Somente o sub-15 ainda não está na zona de classificação para a segunda fase. A primeira etapa da competição termina na segunda quinzena de agosto. O grupo que viabilizou a criação da categoria de base da Feiticeira, formado apenas por francanos, quer revelar jogadores para compor o elenco do time profissional nos próximos anos, além de se tornar uma potencial fonte de renda, no caso da venda dos direitos federativos dos atletas. As quatro categorias totalizam 89 jovens, com idade entre 11 e 17 anos, e é o Internacional que serve como porta de entrada aos jogadores. No Inter, o técnico do sub-15, Luizinho, e o coordenador da base, Elinho, fazem os testes e há a seleção de quem disputará os estaduais pela Francana. "Você pode escrever, queremos revolucionar o futebol profissional na cidade", comentou o diretor do Internacional, e agora também da Veterana, Marcos Antônio Martore, o Marquinho. O presidente da Francana, José Servino Braga, explicou que a parceria possibilitou ao clube pleitear uma vaga de sede da Copa São Paulo Júnior em 2009 na Federação Paulista de Futebol. "Protocolamos o pedido no final de 2007. Montamos um time, mas a Federação exigia que o clube estivesse disputando todos os campeonatos da categoria de base e vimos que precisávamos nos reforçar. Já tínhamos uma conversa com o Nenê, mas a proposta cresceu para não só termos jogadores emprestados, mas sim chegarmos a uma parceria", contou Braga. Nenê demonstra motivação com a parceria que deve ser formalizada oficialmente em breve. "A semente foi plantada e o que esperamos é oferecer um futuro diferente para a Francana. O intuito de tudo é realmente fazer vingar esses jogadores. Daqui cinco ou seis anos, talvez, tê-los na Europa, por que não?", disse.

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