Marcelo Valim negou todas as afirmações que levaram o Ministério Público a impugnar sua candidatura. No processo por furto, teria havido um no cartório distribuidor do Fórum. “Eu era repórter policial na época. Houve a prisão de um homem que furtou jóias e a polícia pediu para que eu fosse testemunha”, disse.
Em relação ao inquérito por falsidade ideológica, a advogada de Valim, Tarcisa Augusta Sousa Cruz, afirma que pedir assistência judiciária gratuita é uma prática comum. “Embora eu ainda não tenha visto este processo, assim que pedimos o auxílio, nós o retiramos. Foi um mal-entendido”, disse Tarcisa.
Sobre a queixa-crime de Evangelista, Valim reconheceu que deu publicidade ao caso. “Denunciei, sim, e não me arrependo. Onde já se viu um investigador dar uma automática na mão de uma adolescente e tirar fotos sensuais?”, disse.
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