Estive no SESI (Serviço Social da Indústria) da Avenida Santa Cruz, para voltar a freqüentar o clube e percebi que as determinações da assessoria jurídica da instituição mantida pelos trabalhadores da indústria e criada com âmbito social é injusta porque cobra uma taxa de reinscrição de R$ 96 mais a mensalidade do primeiro mês. Estes valores são demasiadamente superiores ao que é cobrado de quem nunca foi sócio: R$36, incluindo o primeiro mês. É notório que legalmente, assim que o associado deixe de contribuir com o clube, passar a não poder freqüentá-lo. Logo, cancelando o benefício da utilização, também deveria ser cancelada qualquer penalidade ou taxa cobrada pelo clube. Cobrar quantia exacerbada de um ex-sócio, superior à taxa de matrícula de um novo associado, presume-se penalização, além de cobrança por serviços não efetivamente prestados, o que é ilegal. Quero que o Comércio entre nesta briga, posto que o clube possui muitos usuários e é integrante do sistema ‘S’ que arrecadou neste ano o recorde de R$ 11 bilhões. Além da taxa dos trabalhadores da indústria, também cobra mensalidade de seus filhos que freqüentam suas escola, aí caracterizado outro problema: o trabalhador paga duas vezes.
Douglas Lemos
Franca - SP
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