Se depender da vereadora Graciela de Lourdes David Ambrósio (PDT), que tem tido ferrenhas discussões com o presidente e já representou contra ele no Conselho de Ética da Casa, a Câmara não vai funcionar no novo prédio. Nas próximas sessões, ela pretende pedir que o prédio seja transformado em um hospital público. “Eu sou contra a construção porque a população tem outras prioridades, principalmente na saúde. Então, vou propor a destinação dele para a instalação de um hospital”, disparou.
Os dois vereadores que antecederam Joaquim Ribeiro na Presidência também criticaram a construção e o aditamento do contrato. Marcelo Mambrini (PMN) afirmou que durante a sua gestão, em 2006, aplicou a verba prevista para a nova sede em outras áreas. “Cada presidente tem a sua plataforma de trabalho, mas, pessoalmente, entendo que a nossa cidade tem outras coisas mais urgentes do que um prédio de Câmara”, disse.
Para Luiz Carlos Fernandes (PSDB), a construção é necessária, mas a suplementação da verba pode causar desgaste. “Pretendo me reunir com o presidente para a gente avaliar com bastante seriedade esse caso e não entrarmos em situação constrangedora”.
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