Ainda há tempo


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Penso que o ser humano está em seu limite de convivência com seus irmãos. A desconfiança campeia solta. A palavra dada não tem valor. O respeito e a dignidade são trocados por valores instantâneos, que tragam benefícios imediatos, desprezando-se valores arraigados como se fossem descartáveis. A descrença no futuro faz o homem mais “esperto e mais impaciente”. Se não tivéssemos uma longa vida para viver, tempo suficiente para refazer e corrigir nossa trajetória para cumprir os desígnios divinos – sermos felizes com responsabilidade – só poderíamos chorar o leite derramado. Mas temos! José Roberto Fidalgo Donadel Franca - SP

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