O fato não é regulamentar ou não regulamentar como profissão. Esses garotos, em quase 100% dos casos, moram nas ruas, são viciados em crack e sempre usam o dinheiro para comprar a droga. O que eles precisam não é da profissão, mas sim de recuperação e restituição das vidas que possuíam.
Daniel Moreira
Franca - SP
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