A adequação do modelo de gestão administrativa, a informatização do sistema judiciário e um treinamento adequado de dirigentes e funcionários forenses podem contribuir para uma celeridade e eficiência ainda maior do Judiciário francano, na opinião do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) local, Mansur Said Filho.
“Realmente, depois da abertura das novas Varas na Comarca, o andamento dos processos mais simples foi dinamizado”, pontuou o presidente. Porém, ele ressalva que não se deve generalizar, pois “há situações que são muito complexas, que exigem muita investigação ou trabalho de peritos”.
Uma advogada consultada pela reportagem disse que na Vara da Família e da Infância e Juventude os processos não têm demorado mais do que três meses, “quando a questão não é pensão alimentícia”, explicou. O caso mais antigo que a advogada tem em andamento no Fórum é de 2004 e tramita na Vara Cível.
“Claro que não podemos afirmar que o sistema Judiciário Brasileiro está perfeito, mas se comparado há alguns anos, com certeza está muito mais eficiente. Pelo menos não está mais tão obsoleto”, disse outro advogado ouvido pelo Comércio da Franca que pediu para não ser identificado.
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