Quase quatro meses após a tragédia que matou cinco pessoas na “curva da morte”, em Rifaina, o Estado dá o primeiro passo no sentido de se fazer algo para reduzir o número de acidentes no local. Segundo a assessoria do deputado Roberto Engler (PSDB), o DER (Departamento de Estradas de Rodagem) abriu concorrência para definir a empresa que fará o projeto. A abertura das propostas estaria marcada para 27 de agosto. Não há previsão para o início das obras.
Entrevistado pelo Comércio, no dia 7 de abril, o secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, afirmou que o Estado pretende construir um viaduto de 400 metros na “curva da morte” e duplicar um trecho de 3,5 quilômetros para separar o tráfego de veículos na serra de Rifaina. As obras vão custar de R$ 20 a 25 milhões e, quando iniciadas, devem demorar um ano para ficar prontas.
Durante a entrevista, feita por telefone após audiência o deputado Gilson de Souza (DEM) e com os prefeitos Hugo Lourenço (PMDB), de Rifaina, e Hélio Kondo (PMDB), de Cristais Paulista, o secretário disse que o governo está empenhado em solucionar o problema, mas que ainda não havia recursos necessários para bancar o investimento. “O dinheiro vai ter que aparecer”.
O projeto inicial prevê a duplicação da Rodovia Cândido Portinari a partir do distrito de Alto Porã até o fim da seqüência das curvas, já nas proximidades de Rifaina. O viaduto seria construído sobre a curva e usado apenas pelos veículos que estiverem descendo a serra.
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