Em Franca a greve dos Correios continua estável e 10% dos 200 trabalhadores estão parados. Na cidade, as pessoas conseguem mandar e estão recebendo suas correspondências simples. A exceção fica por conta das entregas de malotes, Sedex 10 e faturas, centralizadas em Ribeirão Preto, onde a paralisação é maior.
Os trabalhadores dos Correios que aderiram ao movimento exigem 30% de adicional de risco, correção da PRL(Participação nos Lucros e Resultados) e volta da negociação da PCS (Plano de Carreira e Salário).
Alex Mairim, diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, disse que é aconselhável a população entrar em contato com os Correios para saber como estão os procedimentos e se informar sobre correspondências e faturas atrasadas. Mairim disse que a situação poderá ficar confusa se a greve se expandir mais e não houver acordo. “É melhor que aceitem nossas exigências antes de começar a campanha salarial, prevista para 1º de agosto”, disse.
PROFESSORES
Desde sexta-feira da semana passada a greve dos professores deu uma pausa, que coincidirá com as férias da rede pública de ensino e deverá ser retomada em agosto. Luiz Gonzaga, dirigente da Apeoesp (Associação de Professores do Estado de São Paulo), esteve em reunião, ontem, com outros professores, para decidir sobre os próximos passos da paralisação. Até o fechamento da edição, Gonzaga não havia divulgado o resultado da reunião.
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