Começou!


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A corrida para as eleições municipais de outubro começou oficialmente no fim de semana. Com isso, os cinco candidatos a prefeito e mais de 300 a vereador estão liberados para iniciar para valer a busca por votos em Franca. Mas ainda em marcha lenta. Nos dois primeiros dias, domingo e ontem, a campanha foi tímida, com pouca movimentação dos partidos nas ruas. Ainda não há muros pintados e nem são vistos panfletos de candidatos circulando pelo município. Os carros de som também não começaram a entoar os jingles de campanha e as promessas nas vozes dos candidatos. Mas ainda há muito tempo - quase três meses - para os tradicionais beijinhos em criança e incursões pela periferia. A grande maioria dos concorrentes passou o primeiro dia de campanha “de campana”, apenas definindo táticas. De acordo com a assessoria de comunicação do prefeito Sidnei Rocha (PSDB), candidato à reeleição, ficou o domingo todo em casa, sem cabos eleitorais por perto, analisando projetos de campanha. Ontem, deu expediente normalmente na Prefeitura. Apenas o candidato do PT, Gilson Pelizaro, em companhia de seu vice, André Jorge (PPS), foi a campo. O petista fez corpo a corpo no Jardim Santa Bárbara, onde fez visitas a moradores pela manhã. A tarde, Pelizaro foi a uma prova do Torneio Hípico Regional em Cristais Paulista, prestigiar os francanos que estavam na competição. Os outros concorrentes, Cristiano Rodrigues (PV), Tito Flávio Bellini (PCB) e Jorge Martins (PSOL), realizaram encontros de trabalho. Reuniram-se com correligionários para traçar estratégias a serem adotadas no período de disputa. A principal tática de todos os candidatos, principalmente por conta das restrições do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como showmícios e distribuição de brindes, é a aproximação direta com o eleitorado. Com apenas a substituição de alguns termos, o que mais se ouve é “ouvir a população para traçar um bom plano de disputa eleitoral e de governo”. O PSDB e o PT são os partidos com maior poder aquisitivo para alavancar as candidaturas. Os tucanos ainda não definiram quanto gastarão, enquanto os petistas estipularam o teto em R$ 350 mil. Quem não terá muito dinheiro para despender apelará para a criatividade. O PV, por exemplo, apostará em sua logomarca - um coração verde sorrindo - para conquistar mais votos (veja nos textos de apoio).

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