Rádio Difusora - Como vocês avaliam o atual momento da carreira de vocês?
Luciano- O melhor. O melhor possível e todos os anos de trabalho. Estamos completando 17 anos de sucesso, não é de carreira, é de sucesso. A gente pode dizer isso com toda certeza. Estamos com um show maravilhoso, vamos gravar agora um DVD em São Paulo, o filme, poxa (sic), dispensa comentários. Eu acho que a gente está, sim, no melhor momento da carreira.
Rádio Difusora - No show de vocês não há barreira de idade.
Zezé - A gente fica impressionado - a cada dia que a gente vai para algum lugar do Brasil - com o quanto o público da gente é eclético. É quando a gente vê também que o nosso público não tem faixa etária, como você diz. Desde a criança, com 8 anos de idade, com uma faixinha na testa “Zezé di Camargo & Luciano”, até o vovô, vamos dizer assim.
Rádio Difusora - A que você atribui esse sucesso?
Zezé - Acho que se deve aos longos anos de batalha dentro do nosso trabalho. A gente nunca achou que a fama já estava pronta e deitou na cama. A gente sempre encarou nossa carreira como se fosse o primeiro ano de nossa carreira. Eu acho que o filme possibilitou isso, aproximou muito a gente do público infantil, que foi ao cinema, se identificou com as crianças que fizeram o filme. Na verdade é um conjunto. Uma somatória de vários fatores que faz com que a gente perpetue a nossa carreira nesses 17 anos, graças a Deus.
Rádio Difusora - Qual a importância das festas agropecuárias para o País e para a música?
Luciano - Poxa (sic), é de uma importância muito grande, tanto para a cultura do País, para o comércio do País, para o movimento total do País. Nessas festas é onde, de repente, você pode apresentar um produto, um maquinário, de venda, marcas, fazer exposição e, além disso, você pode trazer artistas, para cantar para grandes multidões como essa que está aí. Com certeza é muito especial para o Brasil como um todo. Para economia geral do País é muito importante.
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