Inaugurado no dia 1º de junho, o Recanto do Aconchego, local para onde são encaminhadas as crianças vítimas de maus-tratos familiares ou cujos pais perderam sua guarda, já está com sua capacidade de lotação quase esgotada. Suas instalações comportam 54 menores, sendo que duas destas vagas são reservadas para casos de emergência. Até agora, 40 crianças vivem provisoriamente no local, mas a tendência é que, em breve, as casas que formam o Recanto do Aconchego estejam lotadas.
Valdir Caçador, coordenador de projetos do Instituto “Bom Samaritano”, entidade mantenedora do Recanto, afirmou que a lotação não chega a preocupar. “Estas crianças permanecem provisoriamente com a gente até que os problemas em suas famílias sejam sanados ou até o momento em que a Justiça determinar que as mesmas já podem ser destinadas para a adoção”, disse.
Durante o período em que ficam no local, as crianças não perdem o contato social, uma vez que freqüentam a escola normalmente. Após os estudos, praticam atividades esportivas nas unidades de iniciação mantidas pela Prefeitura. No local onde foi erguido o Recanto do Aconchego, também foram construídas uma quadra poliesportiva e área de lazer.
O comportamento dos internos é acompanhado em tempo integral por “mães sociais”.
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