O problema é o outro


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Nossa sociedade foi convencida pela propaganda que o álcool é estimulante sexual e que a embriaguês é virtude; e que a impunidade é uma espécie apológica de isenção. Em que existe o perigo concreto, risco efetivo, deveria haver rigor na fiscalização. Alguns bares de periferia são os principais culpados desta mentalidade, pois são escolas de vícios principalmente para menores. Se a lei prevê a prevenção da embriaguês, é principalmente nos bares que os motoristas param para se embriagarem. Deveriam haver em todos os bares, placas ostensivas dizendo que é “crime vender bebida para menores, é crime dirigir sob influência do álcool, punível com detenção, perda da CNH, multa, suspensão, retenção do veículo, etc”. Ninguém bate carro no poste por excesso de tabaco, mas as leis mundiais contra o fumo tem sido mais rigorosas. Júlio Cézar Franca - SP

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