Sou totalmente a favor...


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Sou totalmente a favor desta nova lei e não a acho exagerada. É óbvio que a melhor quantidade de álcool no sangue para dirigir um veículo é zero! Se quer beber, vá de táxi, oras! No entanto, duvido que a nova lei irá intimidar alguém. Creio que a polícia não será rigorosa na aplicação. O ideal seria a polícia fazer blitze em portas de festas e prender algumas dúzias para que haja intimidação. Rafael Franca - SP ***** Estou aqui me perguntando qual o foco desse artigo (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=31362): estamos discutindo sobre bombons e fazendo analogia aos acidentes de trânsito ou vice-versa? Amigos, qualquer lei que vise punir esses ‘assassinos do trânsito’ é bem vinda. Para quem caracterize como ‘exagero’ essa ‘lei seca’, eu lhes dou um conselho: melhor punir com rigor os fanfarrões alcoolizados (mesmo que por bombons) do que ter um membro da família, ou amigo, estirado no chão ou coberto por um saco preto à espera da funerária. Wildner Morandi Franca - SP ***** Gostaria de parabenizar o articulista e o jornal pela lucidez do artigo, já que expressa a realidade e a apreensão de parte considerável da sociedade com relação a aplicação da referida lei. João Amélio Coelho Neto Franca - SP ***** Os exageros da Lei Seca são fáceis de explicar. Os acidentes mexem com os cofres da Previdência porque os acidentados ficam um bom tempo afastados do trabalho, recebendo benefício do INSS! Isso quando não são aposentados por invalidez. É realmente um abuso para o governo que tem que pagar a conta dos irresponsáveis. Porque não usam o mesmo rigor da Lei Seca para punir os ladrões que atormentam a nossa vida? Pois quando são flagrados e presos, nem esquentam lugar na cadeia, logo são soltos e voltam a atormentar a nossa vida. Evidentemente, a explicação também é simples: A vítima não é o governo, não atinge os cofres públicos. Então, rigor para quê? Rosa Santa Batista Conselheira do Comércio -Franca - SP ***** Não se pode abrir mão da ‘tolerância zero’. Nenhum embriagado confessa sua embriaguez. No máximo, diz : ‘tomei um copinho’. Nenhuma prostituta se confessa, nenhum ladrão deixa de se esquivar. Não existe o ‘levemente grávida’. É preciso usar de bom senso, de boa justiça, aplicar penas alternativas relativas. Na China, a exemplo, a vadiagem é punida com penas alternativas. A pessoa fica confinada costurando sapatos... Cláudia Lemos Franca - SP

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