Folga por doença fica mais difícil em Franca


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Os afastamentos por problemas de saúde caíram 25% no serviço público municipal nos últimos seis meses. A análise é da Secretaria de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura. O motivo foi a implantação do Ambulatório Médico Ocupacional, que avalia se o problema de saúde apresentado pelo servidor é suficiente para justificar seu afastamento. Dados da secretaria revelam que os pedidos chegavam a uma média de 170 por mês, número considerado alto pela Prefeitura. Hoje não passam de 125. Para o secretário de Administração, Jerônimo Sérgio Pinto, a implantação do ambulatório foi fundamental para essa queda. Antes de ele funcionar, bastava um atestado médico comum para que o afastamento fosse concedido. Hoje, seis meses depois, além do atestado, o funcionário que solicitar alguns dias para se recuperar de algum problema de saúde precisa receber o aval de um dos três médicos do ambulatório especializados em clínica geral, cardiologia e ortopedia. Jerônimo disse que o trabalho no ambulatório tem funcionado. “Nós não podemos dizer sobre a dor da pessoa, mas um médico especializado pode dizer com certeza se a doença torna o trabalhador incapacitado ou não”, disse o secretário.

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