Fico triste em saber que há pessoas trabalhando na área social, com o coração tão duro. Gostaria de saber porque as assistentes sociais não encaminharam essas crianças para uma instituição a partir de 2005, assim que a avó ficou debilitada... Conheci a família de perto e posso afirmar que a vida dessas pobres crianças é muito difícil. Não existe nada de cena. As panelas vazias, a casa sem nenhum conforto e todos privados de tudo. O problema só não é pior graças à solidariedade de pessoas que ainda sabem ver com o coração.
Ana Célia de Freitas
Conselheira do Comércio - Franca - SP
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