‘Do que me acusaram, eu não devo nada’


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Anéria do Rosário Faleiros reconheceu ter feito as ligações, mas se nega a restituir os gastos à Câmara. Disse estar disposta a ir “até as últimas consequências” não pelo di nheiro, mas por questões pessoais. Comércio da Franca - O que tem a dizer sobre a decisão judicial? Anéria do Rosário - O que eu tenho a falar é que meu advogado vai recorrer. Não é por aí. Não tem uma sentença final ainda. A decisão é normal diante da situação que foi inventada, do “disque-sexo”. Nunca existiu isso. Comércio - O recurso no Tribunal de Justiça é um direito seu, mas tem custos. Acha adequado tentar reverter essa decisão? Anéria - Vou até as últimas conseqüências porque do que me acusaram eu não devo em nada. Foi uma coisa inventada aqui dentro da Câmara, foi pura perseguição. Comércio - Pelo que você diz não é o valor da ação, mas algo de foro íntimo... Anéria - Com certeza. É essa a verdade. Comércio: Você reconhece que fez as ligações? Anéria: Foram feitas, mas não do tipo que foi anunciado (para uma prostituta em Divinópolis).

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