Depois de protestos, governo propõe reajuste


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EM GREVE - Grupo de professores se reúne na Praça Central para chamar atenção para a paralisação
EM GREVE - Grupo de professores se reúne na Praça Central para chamar atenção para a paralisação
Depois de uma semana de paralisação dos professores da rede estadual, a Secretaria de Educação apresentou, ontem, proposta de reajuste salarial de até 12,2%. O valor é praticamente a metade do que foi pedido pela categoria (24% de correção). Para o diretor regional da Apeoesp (Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) em Franca, Luiz Gonzaga José, a oferta do Estado é um avanço. “Desde janeiro tentamos apresentar nossas propostas salariais e não recebíamos resposta. Pelo menos agora temos algo para discutir com nossa classe”, disse. Segundo os números divulgados pela Apeoesp, mais de 2,8 mil professores (praticamente 100% do efetivo) paralisaram suas atividades em Franca desde a terça-feira. A Secretaria de Educação discorda e diz que a greve atinge apenas 2% dos professores. Para marcar a paralisação e chamar a atenção da população para o movimento, ontem pela tarde, um grupo de 40 professores fez um protesto na Praça da Catedral. Hoje, sexta-feira, uma assembléia que será realizada às 14 horas, na Praça da República, em São Paulo, deverá discutir a proposta de reajuste anunciada pelo governo. Ônibus com profissionais de Franca devem ir para a capital.

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