A Polícia Civil de Franca vasculhou ontem toda a casa da advogada Adriana Telini Pedro. As buscas foram realizadas após a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) ter recebido denúncias anônimas de que a advogada estaria fazendo visitas esporádicas aos pais. Não foi encontrado nenhum indício de que a foragida tenha passado pelo local.
Adriana Telini não é vista em público há quatro meses. No dia 29 de fevereiro, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça sob acusação de envolvimento em um roubo de jóias avaliadas em R$ 120 mil. Dias antes, já havia fechado seu escritório no Centro e desaparecido da cidade. No dia 9 de abril, teve outra preventiva decretada, desta vez por associação ao tráfico de drogas.
“Informações davam conta de que ela estaria de volta à sua residência. Por isto fizemos as buscas no local para tentar levantar algum indício”, disse o de-legado Márcio Garcia Murari.
Munidos de um mandado judicial, investigadores vasculharam o imóvel localizado na Rua Marechal Deodoro, onde Adriana Telini morava e mantinha escritório. Nada foi encontrado.“Se esteve na casa, deixou tudo na mais perfeita ordem para não levantar suspeitas”, disse o delegado.
Apenas os pais da advogada estavam no imóvel. Disseram que não sabem de seu paradeiro e que não a viram desde que deixou a cidade. Eles teriam dito aos investigadores que só falariam na presença do juiz.
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