Marmita de preso é melhor


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Na reportagem da alimentação da cadeia este Comércio abordou questão de muitos questionamentos. E acho que este jornal ainda pode nos ajudar a ter respostas. Há falta de higiene. A qualidade da alimentação que servem aos presos é ruim, além de ser em pouca quantidade. Não há café da manhã, e muito menos café da tarde. Eles já encontraram pedaços de bombril e barata, na comida. Como o Estado pode pagar R$ 8,71 por cada “quentinha” se não há condições de comer o que enviam aos presos? Se a fornecedora estivesse trabalhando no mercado aqui de fora, com certeza a Vigilância Sanitária já a teria interditado. Cadê (sic) a fiscalização que faz vistas grossas para tudo isso? Será que é porque a comida é para presos? Será que os detentos, ao serem condenados a pagar por seus erros perderam todos os outros direitos? As autoridades deveriam rever tudo e trabalharem para valer por aquelas pessoas, desde questões com alimentação, passando pelas condições de vida e saúde e criando reais condições de reintegrá-los à sociedade. Quem sabe, permitindo a eles plantarem seus próprios alimentos. Será que existem respostas para estas perguntas? Elisângela Franca - SP

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