Com mãe social, a casa terá um aspecto mais familiar


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Com a mudança das crianças para o Recanto, a assistente-social da Casa do Aconchego, Eliete Neves, deixará de conviver com as crianças, mas garante que fica feliz por saber que elas passarão a viver uma situação bem parecida à de uma família de verdade. “As mães vão acompanhar o desenvolvimento escolar e de saúde dessas crianças. Nossa esperança era essa, de que a casa tivesse esse aspecto mais familiar”. A assistente social acredita ainda em ganho de autonomia pelas crianças. “Elas vão poder ir à padaria com a mãe, por exemplo”. Outro aspecto positivo da casa, na opinião de Eliete, é a união dos irmãos. “Antes um menino de 12 anos estava lá dentro enquanto seu irmão de 14 estava fora porque não tinha espaço. Agora vão viver juntos”.

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